A Volta dos Loucos

A Volta dos Loucos

Diferença entre GRUPO e EQUIPE de 12  (João 6:60-71)
Denunciando o desfalque de caráter

Dentro da equipe, Jesus precisava denunciar um desfalque de caráter. Alguém, dentre os 12, Na equipe dos 12, havia um que era diabo, que havia sido escolhido para ser discípulo, para fazer parte de uma equipe, mas que decidiu, mesmo diante de muitos entendimentos não ser discípulo e não caminhar como equipe, Judas Iscariotes.

Essa palavra, o verbo ser, é tão clara para nós, mas muitas vezes, passamos despercebidos. ‘É’ refere-se à existência. O verbo ser fala da essência de estar em. Então, a essência do diabo estava em um dos 12. Logo pensamos: MISERICÓRDIA! Mas não adianta apenas pensar, cada um de nós deve sempre guardar o coração de Deus e se afastar de tudo que possa representar risco na nossa caminhada como discípulos e como equipe.

Através da experiência que Jesus compartilha, mostrando que um da Sua equipe era diabo, fica claro para mim e para você, entender que não é difícil o inimigo pegar a essência dele e colocar na vida de um dos 12, quando este abre brechas. Jesus estava afirmando que um dos 12 era diabo. Um deles estava com a essência maligna. Dentro dessa pessoa, estava a composição de um comportamento plenamente endiabrado, a pessoa estava alterada dentro de toda forma de instrução e doutrina, em relação à forma como Jesus havia instruído a equipe, àqueles discípulos.

Jesus estava dizendo que um, dentro da equipe, havia bebido de outra essência. O problema é a essência do que temos ouvido, comido, bebido. Jesus disse que um dentre os 12 estava com uma essência que não era a mesma do Seu ensino, da Sua doutrina, da Sua chamada. Alguém havia mudado a essência.

Cuide da sua essência em Deus

A sua essência mostra se você é grupo ou equipe. Jesus estava falando de um dos 12 que havia mudado a sua essência. Note que Ele não tirou Judas da equipe, ele mesmo se excluiu. Não é o líder que exclui 12, mas é o 12 que se exclui do líder, da equipe. 

Como isso ocorre? O indivíduo se exclui dizendo que não é digno ou que não deve mais caminhar; uns acham que não são nada, outros acham que são muita coisa. Cada 12 tem um comportamento. E pelo comportamento, muitos têm se excluído.

É muito difícil estar no meio da equipe e o líder levantar e dizer que um dentre os 12 é diabo. Judas chamuscava o inferno, porque deixou que outra essência tomasse conta da sua vida. Você, com certeza, não queria estar nesse dia com Jesus. Era melhor ir comprar pão para a multiplicação, observar como estava o clima em Jerusalém, qualquer coisa, menos fazer parte da reunião em que o Mestre declarou que um dos 12 era diabo. Ora, Ele, Jesus, havia levantado aqueles 12 (v.70), como poderia um ser diabo?

Naquele momento, talvez, todos tenham ficado perplexos. Provavelmente, começaram a se perguntar quem seria ou no que poderiam ter errado com o Mestre. Mas, para Judas, certamente aquele foi um dia terrível. Ele já sabia que a sua essência havia mudado, que estava contaminado com outra essência.

Jesus sentiu que, na Sua equipe, alguém tinha mudado a química, a vida tinha mudado, bem como o comportamento, a vida mudou, o comportamento e a linguagem mudaram; já não havia mais a mesma admiração, o mesmo conceito; tudo fora alterado. Então, já não era mais equipe, já era grupo.

É difícil conhecer o 12 que não se deixa revelar. Mas é bom andar com o líder que tem a visão e a revelação. Para isso, é preciso ter discernimento de espírito, dom dado por Deus. Assim, quando você coloca os olhos, reconhece quando algo está errado e, de imediato, você sabe que a essência e a fragrância são outras. Quando o líder olha para o discípulo sabe se é grupo ou equipe.

Jamais permita que o diabo coloque uma outra essência em sua vida, em sua equipe. Jesus disse que os 12 precisavam saber que o problema estava dentro da equipe, na essência de um dos 12. Jesus é tão estratégico que falou sobre uma vida quando muda. Quando a vida muda, passa a ser cristos e diabos, passa a ser de Deus e do diabo. Ela deixa de ser casa de Deus para ser casa do inimigo.

Jesus ensina que, nós que somos 12, precisamos ficar atentos para não sermos influenciados pelo diabo. Um 12 com a revelação do céu, mas contaminado por Satanás, como aconteceu com Pedro. Jesus disse a Pedro que passasse para trás dEle, pois era Satanás. Se fosse um de nós que dissesse isso a um dos 12, ele nunca mais voltaria à reunião. Mas Jesus estava cheio da revelação do Trono; o discernimento do Trono gerava a sua vida.

Quando somos movidos pelo discernimento de espírito, sabemos quando as pessoas estão sendo usadas para mudar o foco. O espírito de discernimento nos livra de qualquer rota do engano. Quem faz isso é Deus com aqueles que não se deixam contaminar por uma essência diferente, contrária à do Messias.

Firme-se em caminhos sólidos

Deus gosta de nos firmar em caminhos sólidos. Você não pode andar por caminhos tortuosos, inseguros, sabendo que as pessoas que andam com você estão tramando contra a sua vida. Não há prazer nisso. Isso não é mentalidade de equipe, mas de grupo.

Quem caminha em equipe não caminha com intenção maligna no coração contra o líder. Você não pode trocar a sua essência de Deus pela essência do diabo. Precisamos gerar confiabilidade na equipe e não deixar que Satanás coloque outra essência num coração que é casa limpa (Mateus 12:43-45).

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